quinta-feira, 16 de maio de 2013

terça-feira, 14 de maio de 2013

Riscos

Como já referimos, existem alguns riscos para as crianças que usam a Internet. Contudo, os jovens (adolescentes) estão particularmente em risco porque frequentemente utilizam o computador sem supervisão familiar e porque é mais provável que visualizem páginas ou participem em conversas em linha relacionadas com actividades sexuais. Alguns dos riscos são:

 
Exposição a Material Inapropriado

Um dos riscos é que a criança fique exposta a material inapropriado de índole sexual ou de natureza violenta, ou que a incentive a realizar atividades que são perigosas ou ilegais. Podem, além disso, encontrar inadvertidamente informação que seja degradante ou ofensiva.


 Abuso Físico

Outro risco é que, enquanto em linha, uma criança pode fornecer informação ou proporcionar encontros que ponham em causa a sua segurança ou a de outros membros da sua família. Em alguns casos, os pedófilos usaram o correio eletrónico e os grupos de conversação em direto para ganhar a confiança de uma criança e conseguir uma reunião face-a-face.


Legal e Financeiro

Um terceiro risco pode ter a ver com consequências negativas do ponto de vista legal e financeiro, devido ao facto de uma criança ou jovem fornecer o número do cartão de crédito de um familiar ou fazer algo que viole os direitos de outra pessoa. Às crianças devem ser ensinadas as principais regras de segurança na Internet e os princípios da "Netiqueta" (etiqueta da rede) e formas de evitar ser indelicado, mesquinho ou ofensivo.
 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A Internet e a pedofilia
 
Com o aparecimento da Internet, os pedófilos viram o seu campo de ação alargado mundialmente. Os chats, as redes sociais, o e-mail, os blogs e os programas de comunicação instantânea (MSN) são apenas alguns dos ''panos de fundo'', escolhidos pelos pedófilos, para se aproximarem das suas vítimas. Inicialmente, começam por se aproximar da vítima, obtendo a sua confiança e ''amizade'', e posteriormente, aproveitam-se disso para começarem a ter conversas impróprias para começar a troca de fotografias e vídeos, bem como o recurso à ligação da webcam, por parte da vítima, levando-a a praticar atos impróprios.
Recorrem também, na maioria das vezes, à marcação de encontros em sítios isolados, através de chantagem emocional impõem-lhes a condição que não devem dizer nada a ninguém, estes encontros muitas vezes levam à violação, rapto ou morte das vítimas.

Decididamente, é preciso intervir mais e melhor!



Situações de perigo na Internet para crianças e adolescentes
 
 
Conteúdos:
 
  • Pornografia
  • Racismo
  • Violência
  • Droga
  • Jogos
  • Informação incorreta e perigosa
 
 
Contactos:
 
  • Correio eletrónico não desejado [spam] e conversação com estranhos em salas de conversa.

Comércio:
  • Invasão da privacidade através da publicidade não desejada e falta de transparência entre a publicidade e o conteúdo.
 




quinta-feira, 2 de maio de 2013


Os perigos da Internet



O fenómeno da Internet é, sem dúvida, algo de muito positivo, uma vez que nos abre as portas da informação global, de uma forma que não sonharíamos há alguns anos atrás. Poder ler a maioria dos jornais do mundo tocando apenas algumas teclas; ter acesso a um sem número de enciclopédias; ou simplesmente ver que filmes estão no cinema, e materiais que se podem conseguir na Net. No entanto, quando uma porta como esta, se abre, é natural que algumas coisas negativas por ela entrem. E se algumas delas não terão uma importância por aí além, outras requerem alguns cuidados por parte de pais e educadores.
 

Que perigos?


Nem sempre é tarefa fácil distinguir entre aquilo que é, ou não, perigoso/ilegal. Dos riscos que “saltam à vista”, a pornografia é, desde logo, o mais conhecido. O acesso é fácil e os materiais abundam. Mais grave, a pornografia infantil é, infelizmente, outro dos problemas da Net, embora o acesso não seja tão fácil como para a primeira. Não faltam também os sites de conteúdo racista, xenófobo, ou de puro incitamento à violência. No entanto, por vezes o perigo pode vir de uma conversa aparentemente inocente tida num programa de conversa a distancia, o “chat”.

Por todas estas razões convém que crianças e adolescentes sejam orientados na sua “navegação” e que, na medida do possível, aprendam a lidar com as situações que encontram.

 

Alguns dos perigos mais habituais são:
  • Visionamento de material impróprio (ex.: pornografia)
  •  Incitamento à violência e ao ódio
  • Violação da privacidade
  • Violação da lei
  • Encontros “online” com pessoas menos recomendáveis
  • Drogas
 

O que fazer para evitar os perigos da Internet?


Em primeiro lugar recomenda-se aos pais que comecem por conversar abertamente com os seus filhos, alertando-os sobre o lado negativo da Internet e aconselhando-os a evitar os seus perigos. Orientar é sem duvida melhor que proibir.

Existem alguns meios de controlar a “navegação”, que podem restringir aquilo a que a que a criança pode ter acesso. Alguma dessa informação encontra-se “online”, quase sempre em inglês (a língua que domina a Net), mas também se pode encontrar alguma em português. Para encontrar esses conselhos deve-se usar um motor de busca e procurar, por exemplo, “perigos da Internet”, ou “a Internet e as crianças”.

 
Algumas regras que os pais devem aconselhar
  • Nunca digas as tuas passwords a ninguém
  • Nunca dês informações sobre ti, de forma a poderes ser identificado (nome, telefone, morada, foto)
  • Não abras e-mails de quem não conheças (pode conter um vírus!)
  • Evita o envolvimento em discussões desagradáveis
  • Abandona os “chats” se alguém for rude ou desagradável contigo
  • Nunca deves ter encontros com “amigos” feitos online, sem a presença de um adulto, de preferência os teus pais. (Na realidade não sabes quem esses amigos são)
  • Comporta-te sempre de forma educada
  • Pede ajuda aos teus pais e/ou aos professores quando tiveres algum problema

Como podemos verificar neste vídeo, o objetivo não é necessariamente dar os nossos dados pessoais, pois ao respondermos a perguntas mais indiscretas sobre a nossa vida e sobre os locais onde frequentamos, damos pistas aos possíveis agressores.